Gestão de crise: saiba como fazer de forma eficiente

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Gestão de crise: saiba como fazer de forma eficiente

Crise: a palavra é constante em noticiários e nas conversas cotidianas. Está presente na economia, afeta a credibilidade das instituições e gera disputas diplomáticas. Infelizmente, as empresas também estão sujeitas a esse tipo de evento, o que torna a gestão de crise uma necessidade.

“Pequenas” crises internas são os principais obstáculos ao sucesso e até mesmo à sobrevivência de organizações. Então, que tal conhecer um pouco mais sobre esses eventos diários para identificá-los, geri-los de forma eficiente e transformá-los em oportunidade de crescimento e aperfeiçoamento? Acompanhe o post e confira!

Como identificar situações de crise interna

Algumas circunstâncias podem claramente configurar uma crise interna. Veja exemplos:

  • necessidade de fazer mais com menos recursos, sejam eles financeiros ou humanos, diante da crise econômica;
  • pressão por resultados, apesar da instabilidade política e econômica;
  • conflitos ocasionados pelas diferenças entre o estilo de comportamento e trabalho de gerações distintas (Baby Boomers, Geração X e Millenials);
  • dificuldade conciliar a necessidade de estimular uma produtividade maior e as consequências da sobrecarga de trabalho.

Esses são apenas alguns exemplos de situações que denotam crises internas. Mas como lidar com elas?

Como fazer uma gestão de crises eficiente

Cada exemplo citado requer algumas medidas específicas. Enquanto alguns princípios podem ser aplicados a todos os casos, outros devem ser utilizados de forma pontual. Vamos conhecê-los?

1. Aposte na comunicação

O diálogo é a principal ferramenta para gerenciar uma crise. Ele garante um ambiente corporativo transparente, em que colaboradores são tratados de forma madura.

Essa atitude permite a conscientização de todos os envolvidos quanto aos desafios verificados e o caminho escolhido para enfrentá-los, e abre portas para sugestões que podem levar à solução das adversidades.

Portanto, a comunicação em tempos de crise é uma via de mão dupla: ela faz com que funcionários sejam tratados com dignidade, incluídos como co-responsáveis pela solução e cria canais para a recepção de ideias que contribuem para um desfecho favorável.

2. Mobilize para a ação defensiva e ofensiva

Quando muitas crises são decorrentes de fatores como a instabilidade econômica, as empresas não têm escolha: precisam se adaptar.

Por mais desgastante que seja lidar com pressões neste período, já que o problema não foi causado pelos colaboradores, todos precisam se mobilizar para a sobrevivência da companhia.

Ou seja, independentemente de quem provocou o problema — no caso, o mercado —, o compromisso coletivo é a solução para salvar a organização. Seu fracasso resulta em sérias consequências para o grupo inteiro, e todos os esforços possíveis devem ser feitos para evitá-lo.

Segundo a Harvard Business Review, sobreviver a uma crise exige a superação de rivais. Por isso, é preciso mobilizar a coletividade para tomar atitudes defensivas e ofensivas na superação do desafio.

Isso pode incluir a elaboração de um plano para intensificar os esforços realizados comumente, ou seja, uma versão “turbinada” da atuação normal ou até mesmo a necessidade de reestruturar drasticamente a companhia.

Colocar a casa em ordem é a atitude defensiva, que vai determinar a redução de custos. Reelaborar a estratégia de negócios é a parte ofensiva, que pode incluir a reinvenção da cesta de produtos e a definição dos preços, novas abordagens aos clientes, entre outras medidas.

3. Fortaleça o conceito de time

Tanto nos casos de crises decorrentes da situação econômica quanto nos problemas causados pelo conflito de gerações, é fundamental fortalecer a ideia de complementaridade da equipe e da importância da diversidade para atender as demandas.

Conscientize os colaboradores de que eles foram selecionados justamente por terem competências complementares e que a união dessas características é o que dá à empresa as ferramentas necessárias para progredir, superar a concorrência e vencer a crise.

Ao delegar tarefas a uma equipe, mostre por que as atribuições foram distribuídas dessa maneira. Isso permite que os indivíduos adquiram essa noção de interdependência e entendam que é a cooperação que salva a empresa, e não a competição interna.

4. Identifique e avalie possíveis intervenções

No momento da crise, o foco é “apagar o incêndio”. No entanto, ela precisa ser um ponto de reflexão: o que a causou?

Segundo especialistas, as crises são provocadas por problemas de interação entre as pessoas, a tecnologia e as organizações. Seria interessante acrescentar o mercado nesta equação.

Por isso, enquanto algumas causas podem ser corrigidas dentro da empresa, aquelas ocasionadas pelos fatores externos não estão ao alcance da organização, e podem ser apenas minimizadas.

Identifique os fatores que estão gerando desgastes frequentes e faça as correções necessárias para evitar problemas futuros. Pode ser necessário rever contratações ou processos, mas o importante é extinguir a causa de problemas recorrentes, quando eles decorrem de fatores internos.

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